
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
5 encravado...
5 anos!
Confirmando o pensamento, que sou invisível, sou apenas útil...
Encravei nessa obssessão e não tá sendo muito fácil, desencravar.
O latejamento, o coração no encravamento, o ardor, a espetada fininha e que estremece o estômago.
O pus. Cremoso e asqueroso que tenta catapultar o encravado sentimento, a pele já está brilhante e lustrosa e dói só de olhar.
Odeio
invejo
amaldiçoo
grito blasfêmias
finjo indiferença
finjo não sentir falta
as têmporas latejam
a acidez sobe até a boca
e olhos veem a nova vida
seu novo lugar
seu canto no sótão onde ficam as coisas que "foram"úteis, que agora só atrapalham
o novo agora tem seu espaço
e o encravado sentimento de amor subitamente sofre uma mutação
vira uma monstruosidade
vira asco
vira raiva
vira mágoa
vira contabilista que pesa, mede, anota e
o balanço desse coração infantil e ridículo fecha com saldo negativo...
Dei demais
Agora fica o encravado sentimento de :
E eu ?
O que ganho?
Migalhas...
E o pus escorre, e o passo é manco, coxo.
E o latejamento dilacera , a cabeça explode!
Estou entre os escombros do castelo que te elegi meu imperador, e vc ??
Prendi num calabouço e quero te torturar com impropérios e arranhões e injúrias e vômito, e escárnio.
Perdeu a majestade!
O pus escorre.
Confirmando o pensamento, que sou invisível, sou apenas útil...
Encravei nessa obssessão e não tá sendo muito fácil, desencravar.
O latejamento, o coração no encravamento, o ardor, a espetada fininha e que estremece o estômago.
O pus. Cremoso e asqueroso que tenta catapultar o encravado sentimento, a pele já está brilhante e lustrosa e dói só de olhar.
Odeio
invejo
amaldiçoo
grito blasfêmias
finjo indiferença
finjo não sentir falta
as têmporas latejam
a acidez sobe até a boca
e olhos veem a nova vida
seu novo lugar
seu canto no sótão onde ficam as coisas que "foram"úteis, que agora só atrapalham
o novo agora tem seu espaço
e o encravado sentimento de amor subitamente sofre uma mutação
vira uma monstruosidade
vira asco
vira raiva
vira mágoa
vira contabilista que pesa, mede, anota e
o balanço desse coração infantil e ridículo fecha com saldo negativo...
Dei demais
Agora fica o encravado sentimento de :
E eu ?
O que ganho?
Migalhas...
E o pus escorre, e o passo é manco, coxo.
E o latejamento dilacera , a cabeça explode!
Estou entre os escombros do castelo que te elegi meu imperador, e vc ??
Prendi num calabouço e quero te torturar com impropérios e arranhões e injúrias e vômito, e escárnio.
Perdeu a majestade!
O pus escorre.
Assinar:
Comentários (Atom)
